Diagnóstico completo dos riscos
da sua operação.
Mapeamos todos os riscos do seu negócio — pessoas, patrimônio, responsabilidade, receita — e devolvemos um mapa claro: quais exposições pedem seguro, qual é a melhor proteção que o mercado oferece para cada uma, e onde seguro não é a resposta. Se a recomendação certa for não contratar, é isso que você vai ouvir.
No fim, as três perguntas que decidem tudo estão respondidas: quanto a empresa perde se acontecer, quanto custa transferir esse risco e em que ordem agir.
Do inventário de riscos à ordem de contratação
Mapear a exposição
O que a operação tem a perder: pessoas, patrimônio, responsabilidade, receita. Inventário do que existe, do que está coberto e do que ficou descoberto.
Quantificar
Cada exposição vira faixa de perda potencial — com premissa declarada e fonte. Sem número inventado: o que não dá para medir entra como lacuna, não como chute.
Priorizar
A ordem de contratação sai da conta: primeiro o risco que quebra, depois o que dói, por último o que incomoda. Reter conscientemente também é decisão legítima.
Gerenciar
Vigências, renovações e mudanças da operação acompanhadas ao longo do ano — com gestão de endossos (inclusões, alterações e ajustes na apólice tratados no dia) e gestão de sinistros (aviso, documentação e prazo acompanhados por quem conhece o seu contrato). O diagnóstico não é um PDF, é um processo.
O diagnóstico não substitui inspeção, subscrição nem parecer especializado, e não constitui recomendação de investimento. Condições de aceitação, coberturas e preços são definidos pelas seguradoras na cotação real.
Traga uma apólice. A gente devolve o mapa.
O primeiro passo é uma leitura do que você já tem — apólices, contratos, frota, folha. Sem compromisso de contratar nada.